quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Feriado de meio de semana em Olinda
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Diversão
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Psicologia de botequim
- Deve tá precisando de uma 'piscicoga'
sábado, 16 de julho de 2011
Câmbio
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Alforria
No meu caso não, o doutorado é uma prova, ou "a" prova.
Em favor do doutorando, são 5 temas relativos às disciplinas obrigatórias no doutorado. Não há nada exatamente "novo", mas há disciplinas que foram pagas há bastante tempo, outras mudaram de professor e de abordagem dão uma embaralhada nas cartas.
Isso não significa que eu não tinha o que escrever, muito pelo contrário. As impressões estão sempre aí. O fato de ter o que escrever mas não conseguir expressar me angustiava, como se eu tivesse querendo gritar sem um pingo de voz. Aliás, todas as minhas leituras não-acadêmicas ficaram encostadas. Lendo o dia todo, o dia todo, minha leitura universal pré sono rendia umas 5 ou 6 folhas.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Diálogo real
domingo, 5 de dezembro de 2010
Humanscapes


sábado, 27 de novembro de 2010
Felicidade solitária - Bandeira' Rock
domingo, 12 de setembro de 2010
Uma tarde no mercado - Parte final
* O microfone do grupo virou quase um karaokê. Passou por lá a cozinheira do bar vizinho, o dono do bar (cantando feelings, uia), até gente que nem sabia que pra se cantar, o microfone precisava ficar diante da boca. Pior para o guitarrista, ter que acompanhar este povo. Com o crescimento do índice alcoólico global, o guitarrista tomou as rédeas. Só tocava o que ele queria.
* Estava chegando a hora do jogo de futebol e decidimos tentar ver na única TV do mercado, que chiava horrores. Além disso, um homem com o chapéu de chifre fazia com que a imagem fosse dividida em três regiões, intra e extrachifre.
* Alguém toca no meu ombro (no mercado, você não sabe o que espera quando se virar). Era um homem na mesa de trás, muito bêbado. Ofereceu cenzão pra apostarmos entre nossos times, me dando a vantagem do resultado de empate. Não aceitei. Ele baixou pra 20 e eu continuei sem aceitar. Para se ter uma ideia do estado dele. Após o começo, ele assistia ao jogo e, por vezes, se virava pra mim e perguntava.
- Como é que tá o jogo?
Ou seja, ele olhava e não via. Quis apostar 100 pilas num jogo que ele mal sabia o que tava se passando. O bêbado apostador é um risco iminente ao seu próprio bolso. Antes do final ele confidenciou que apostou duzentão com outra pessoa nas mesmas condições.
O jogo foi 1x1 e ele perdeu.
* Fim de jogo, nível etílico alto, minha mesa definitivamente se integrou com a mesa do vizinho. Dentre as teorias levantadas, havia a que o homem preferia cachorros e mulheres gatos. Após toda uma argumentação, houve um desfecho.
- É que estas coisas tão bem além da capacidade de compreensão dos homens, você tá me entendendo?
- Não! Ou eu deixo de ser homem!
Fatality.
Bem, esta foi a parte publicável da coisa!
sábado, 4 de setembro de 2010
Uma tarde no mercado - Parte um
* O mercado fica numa região comercial, no centro antigo da cidade. Não é o mais tradicional, nem o mais bonito, mas creio que seja dos mais movimentados. Tem um caráter essencialmente popular, mas também atrai outras pessoas que se atraem pelo clima, além do pessoal que vai pra posar. (Pois é. Ir a mercados públicos populares também é cult!). Apesar de o tempo estar bastante nublado, o mercado estava cheio.
* Havia dois boxes que eram vizinhos e tinham características bem peculiares que se aproximam do estereótipo masculino e feminino. No Box dos homenzinhos, bebidas das mais diversas naturezas no balcão, garçons totalmente descaracterizados, que exigiam certa atenção para se perceber quem era e para piorar, os atendentes se revezavam, provavelmente estavam fazendo bicos por ali. A cerveja, porém, multo gelada durante o dia todo, coisa de quem se preocupa com isso. O Cardápio?
- Tem bode e sarapatel.
* O bar das mulherezinhas era bem organizado, havia mesas forradas com um número indicando o lugar. O cardápio de plástico tinha mais de 10 opções que eu pude ver a distância, a maioria delas poderia ser vista em cartazes pregados ao redor do Box. Dentro, as cozinheiras todas com toucas e um aspecto interno limpo. As atendentes eram mulheres em sua maioria e todas de fácil identificação.
* O lugar estava lotadíssimo. Para que coubessem as mesas todas, foi necessário ficar todo mundo junto e apertadinho. Isso fez com que a interação entre as mesas vizinhas seja relativamente forte e por vezes engraçada.
* Numa destas, uma moça que estava por trás de mim, ao receber novas pessoas a sua mesa e acomodar todo mundo, toca no meu ombro, eu me viro e ela:
- Dá pra você sair daí?
Surpreso, perguntei como quem não entende, pela ousadia, e ela repete.
- Dá pra você sair daí?
Eu ainda mexo minha cadeira um pouco pra frente. Eu não ia deixar de sair do lugar da mesa onde eu estava com meus amigos por um pedido ousado destes. Ainda puxei um pouco a cadeira pra facilitar. Ela então percebe o movimento e se apressa para falar:
- Não! Não é para você sair daí, eu quis saber se dava para você sair daí, caso queira ir ao banheiro.
Tudo esclarecido depois do complemento, mas eu virei a piada do dia.
* No Box dos homenzinhos onde eu estava iniciou uma movimentação de uma "banda". Está assim entre aspas porque tinha um cantor, um guitarrista e só. Eles trouxeram um atabaque que era revezado entre os garçons e o dono do bar (não que eles soubessem tocar, mas enfim). Um deles, por sinal, tocava com um garfo na mão na lateral, estilo de quem toca pagode.
Bem, Como o post ficou grande, vou falar da banda e de outras coisas na segunda parte.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Mães
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Diálogo de menininhos
J: Mas aquela fulana, cantora evangélica, é gatinha.
Zé: Rapaz, isso é pecado
J - Pecado o que? Ela tem xoxota, não tem?
Z - Não, não tem. Infelizmente não tem. Ela nem urina nem evacua, é tapada a moça.
J - Ah que pena
J. reflete por um instante, e devolve:
J - Tem nada não, ela canta :D
..
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Carnaval - 5 questões
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Algumas imagens do carnaval
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Viajar sozinho
É uma experiência incrível de autoconhecimento. Você decide se quer ir pro norte ou pro sul, se é melhor pegar o ônibus e voltar ou ver o sol se esconder na praia. Se e melhor dar um mergulho ou um cochilo. Tudo isso, sem precisar da concordância de outra pessoa, a decisão não é 50%, é 100. Não tem espaços para indecisos.
Uma outra características de viagens solitárias é a facilidade e necessidade de interação. Por um lado, você se sente mais solto e impelido para ir até alguém e falar algo. Por outro, é bem mais fácil alguém chegar pra falar com você, estando sozinho do que em grupo. Conversando com pessoas de fora, há a possibilidade de sugar novas experiências, interpretações, ways of life, enfim, sentir o que é o cidadão fulandense. Isso pra mim é um desafio, já que eu sou envergonhado pra abordar.
Ainda haveria outras coisas pra citar, mas fica para uma outra postagem. Acho que por estes dias eu devo postar um dia que estive largado numa cidade desconhecida em uma viagem, o final foi meio surpreendente.
domingo, 27 de setembro de 2009
Comparações eclésiásticas
Ele conversava com o tecladista do programa.
O diálogo começou com a seguinte pergunta do padrão.
- Me conta aquela história que você me falou?
- Ah, eu vi num site da internet (risadas leves). Uma matéria de um cara que fez um gol contra e morreu de infarto.
O Padre abre um sorriso depois da história moribunda:
- Foi logo depois do gol?
- Não sei..
- Não foi logo depois do gol?
- Eu não lembro, eu não vi.
(mas o padre não poderia perder sua tese)
- Bem, deve ter sido logo depois do gol. Então eu pergunto a você, que está me vendo na tv, quantas vezes na vida nós morremos depois que algo ruim nos acontece?
....
Como diria o falso ditado de lingua inglesa, a ignorância é uma benção.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
O que foi Woodstock?
Senta que la vem história (contei pelo msn, com algumas adaptações)
"Uma vez eu fui num show e tava tentando encontrar uma mocinha por lá. Tava naquela dificuldade de falar ao telefone, não encontrava de jeito algum.
Então ela me passou uma mensagem"Tou do lado direito do palco com a camisa de Woodstock"
Pensei comigo que seria uma destas roupas hippies, com Woodstock grafado com letras chamativas. Pensei numa estampa de Jimmi Hendrix, Neil Young, do povo todo melado de lama se abraçando, entre tantas outras imagens e me danei a procurar pela mocinha. Fim de show, eu não não encontrei.
No outro dia eu falei com ela
"Onde diabos você tava? que blusa de woodstock é essa?"
Aí ela mostrou uma figura da estampa.
Antes de olhar, pense no que poderia ser.
O que tinha na estampa
***
Não era woodstock o festival, era Woodstock, o passarinho amigo do Snoopy. Desde então, quando eu ouço Woodstock, me vem em mente esta figurinha.
Coisas que marcam
sábado, 15 de agosto de 2009
Culpado de tudo
De tanto não fazer nada acabo de ser culpado de tudo
Eu não sei bem se para o contexto que eu vou escrever a palavra certa é culpado, mas vejam só como você pode ser premiado como coadjuvante dos papéis cínicos, comuns e aceitos socialmente.
Eu estava vagando pela cidade com um amigo e dei uma parada por trás de um dos meus queridos bares da cidade para dar uma sacada na banda que estava tocando e que eu gosto bastante. É uma área que sempre junta uma galera, fica perto do palco e dá pra ficar numa boa por lá, exceto por um problema que havia afastando o pessoal daquela região, a chuva.
Começou a chover leve e eu fui com meu amigo pra debaixo de uma marquise do outro lado da rua. Havia bastante espaço e eu sentei em um degrau e continuei acompanhando, agora um pouco mais distante do povo.
Eis que chega uma loira em minha direção, fica entre mim e meu amigo e começa o diálogo, super simpática:
- Oi, tem um espaçozinho pra mim aqui?
- Claro, pode ficar aí na boa.
- Eu gosto muito do som daqui.
- É bacana mesmo, eu venho com frequencia por aqui.
Seguiu mais um curto diálogo até que chega um cidadão de vermelho, prestativo:
- Olha, vamo voltar pra perto ali do palco. Parou de chover.
- Parou mesmo?
- Parou sim, olha só [estirando o braço]
Seguiu mais um curto diálogo até que o moço tascou um beijo de cinema na menina e não mais largou.
Antes da análise, acrescente que eles não estavam assim antes dela ir pra marquise.
***
Vamos aos fatos, discutidos, interpretados, analisados e concordados com a minha testemunha.
A mocinha foi pra debaixo da marquise e começou a puxar papo comigo com o intuito de provocar o cidadão que estava com ela, mas não do jeito que ela queria.
O moço não foi benevolente ao chamar ela pa perto do palco porque havia parado de chover, mas foi pra "marcar territíorio" de um marmanjo que provavelmente"não perdia tempo de dar em cima da moça que ele tava". Por isso tascou um beijão na moça
O mais bacana de tudo é que o casalzinho ficou num amor só depois disso.
[foto de uma hora depois do ocorrido]
E eu.
Passei de instrumento de ciúme, ameaça alheia e cupido, sem fazer absolutamente nada.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Boo
Convenhamos, não é a melhor história pra se ouvir no pré sono, normalmente tem um quê de angústia, tensão e comumente um final trágico e pesado. Mas enfim, tem funcionado.
Só que ontem, eu caí pregado na arapuca que eu mesmo armei.
Na terceira história que ouvia o tinha algumas referênncias ao espiritismo, brincadeira do copo, estas coisas. Eu já tava com as idéias trocadas, ouvindo cada vez menos o que era narrado, perdendo o foco, pegando no sono.. devagar..
Até que de repente Milton Gonçalves reforça a voz e solta
O DEMÔNIOOOOOOOOOO
Eu tomei um susto sem tamanho. Em instantes, estava desperto de novo. Parecia o próprio me chamando pra dar um passeio na floresta.
Esperei o resto da história acabar e dormi. Pelo menos esta parte o susto não atrapalhou
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Lei de Murphy aplicada
Logo após passar uma ponte o céu desabou e fui me abrigar num posto. Fiquei por volta de 20 min lá quando a chuva diminuiu. Segui mais um pouco e a chuva voltou a cair forte, voltei a me proteger, agora numa apertada parada de ônibus.
Na parada de ônibus, vejo um cidadão correndo pra se abrigar. Ele seugrava a camisa com uma mão e a outra ficava por dentro. Ao se aproximar, reconheci. Era um amigo de uma amiga minha.
Ele me contou que a parada de ônibus que ele ia descer era a anterior, mas que pelo ônibus estar com os vidros embaçados e ele não se atentar. Diferentemente de mim, que não queria se molhar pelo mp3 e pelo tenis, ele tava com um documento importante e sem pasta. Não poderia molhar de modo algum. Ou seja, se eu tava na merda, ele estava ainda mais fundo.
Então ele tem a brilhante idéia:
"Acho que a chuva vai demorar a diminuir, vou tentar correr até lá".
Eu ainda tentei desanimá-lo, seria mais prudente esperar um pouco para não molhar os tais documentos, mas ele resolveu ir.
Então pensei:
"Pela lei de Murphy, assim que ele chegar em casa, todo molhado, ferrado, a chuva vai dar uma trégua. Vou esperar 10 min aqui pra ver se funciona"
Quando deu 10 minutos







